quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Um grande passo de coragem!



Era uma vez...
...um riacho de águas cristalinas, muito bonito, que serpenteava entre as montanhas.
A certo ponto do percurso, notou que à sua frente havia um pântano imundo, por onde teria que passar.
Olhou, então, para Deus e protestou:
"Senhor, que castigo! Eu sou um riacho tão límpido, tão formoso, e Tu obrigas-me a atravessar um pântano sujo! Como faço agora?"
Deus respondeu-lhe: "Isso depende da tua maneira de encarar o pântano. Se ficares com medo, vais diminuir o ritmo de teu percurso, darás voltas e, inevitavelmente, vais acabar por misturar as tuas águas com as do pântano, o que te tornará igual a ele."
Mas, se o enfrentares com velocidade, com força, com decisão, suas águas vão espalhar-se sobre ele, então, a humidade transforma-las-á em gotas que formarão nuvens, e o vento levará essas nuvens em direção ao oceano.
Aí, tu vais transformar-te em mar, realizando o teu grande objectivo...o teu sonho!


Assim é a vida, diz-nos esta singela passagem – as pessoas engatinham é nas mudanças.

Na maioria das vezes, quando ficamos assustadas, paralisadas, pesadas, as pessoas tornam-se tensas e perdem a rapidez e a força.

É preciso entrar com coragem nos projectos da vida, até que o rio se transforme em mar.

Há milhares de tesouros guardados em lugares onde precisamos ir, para os descobrir. Há tesouros guardados numa praia deserta, numa noite estrelada, numa viagem inesperada.

O mais importante é ir ao encontro deles, ainda que isso exija uma boa dose de coragem e desprendimento.

É certo que não precisamos procurar o sofrimento, mas se ele fizer parte da conquista - teremos de o enfrentar e de o superar - sem medos!

Arrisca!
Ousa!
Avança!


A vida é uma aventura gratificante, só para quem tem coragem.

Coragem para tentar ser melhor do que já somos.

Coragem de nos aproximarmos das pessoas, abrir o nosso coração, e até pedir Perdão.

Coragem de parecer covarde aos olhos do mundo, quando oferecer a face do amor a quem nos oferecer a face da violência.

Coragem de assumir seus erros perante os outros, dominando o ego orgulhoso.

Coragem para declarar-se crente em qualquer Deus, adepto de uma filosofia, de uma religião ou de um movimento.

Coragem de mostrarmos sentimentos nobres, sem ter receio de parecer tolo. Coragem de dizer “eu amo-te”.

Cada passo que damos, cada obstáculo contornado, cada vitória conquistada, mostra-nos que estamos a cada dia mais perto de o descobrir.

(texto de autor desconhecido)